Archive for August, 2007Tutorial Scribus: Opção para o Adobe Indesign e QuarkxpressPosted on: 28, AugNo final da última semana, recebi um e-mail interessante com algumas dúvidas de um usuário, que gostaria de migrar o seu desktop para ferramentas livres. Ele conseguiu encontrar softwares para suprir as suas principais necessidades, como o Gimp e Inkscape para a edição de imagens rasterizadas e ilustrações vetoriais respectivamente. Mas como ele trabalha com editoração eletrônica, ainda estava em dúvida qual seria a melhor opção para migrar do Adobe Indesign? Pois as ferramentas livres também possuem uma opção para editoração eletrônica, essa ferramenta se chama Scribus.
Mesmo não compartilhando a mesma fama do [BP:215]Blender[/BP] ou do Gimp, nas comunidades de software livre, o Scribus é uma ótima opção para qualquer pessoa interessada em usar ferramentas gráficas, para realizar trabalhos gráficos. O Open Office não oferece a liberdade necessária para editoração eletrônica. Mas vamos ao que interessa, como é que funciona o Scribus? Para as pessoas que já trabalharam alguma vez como o [BP:215]Adobe Indesign[/BP] ou com o Quarkxpress, não vai encontrar dificuldades em começar. Para instalar o Scribus, visite a sua página oficial. Depois faça o download da versão apropriada ao seu sistema operacional. Assim que o Scribus estiver instalado e executarmos a ferramenta, uma caixa de diálogo vai aparecer. Ela vai perguntar algumas características do nosso projeto. Como estamos lidando com um projeto para impressão.
Essa caixa de diálogo chamada de Novo documento, permite determinar o estilo da página na esquerda. Repare que temos várias opções como página simples e página dupla. Na parte central podemos escolher o tamanho e orientação, assim como a distância para as margens da folha na parte inferior. Na direita, temos as opções que determinam o número de páginas para o documento, assim como a escala. Geralmente usamos milímetros para documentos, mas se você sabe que precisará de outros valores, altere para outra escala qualquer. Ainda na esquerda, podemos marcar a opção “Quadros de texto automáticos“, com essa opção marcada, novas divisões de texto são criadas automaticamente na página do projeto. Essa opção é semelhante às colunas de texto do Indesign. Caso essa opção esteja habilitada, poderemos escolher o número de colunas e o espaçamento entre elas. Quando tudo estiver configurado, pressione OK para abrir o documento. Então a interface do Scribus aparecerá.
Novamente, se você já utilizou alguma vez o Indesign ou Quark, vai achar os comandos e divisões da interface muito familiares. Mesmo assim, vamos entender o que faz cada parte:
Pronto! Agora você já sabe como funciona a interface do Scribus, podendo até começar a tentar fazer alguns documentos com ele. Lembre que o seu foco é na editoração eletrônica, para gerar ilustrações e imagens, use sempre o Inkscape ou Gimp. Big Brother no projeto PeachPosted on: 27, AugQue tal acompanhar o pessoal do projeto Peach, ao vivo? Pois isso agora é quase possível. No blog do projeto, existe agora um recurso muito interessante. Uma [BP]webcam[/BP] foi instalada na sala de conferencias do instituto Blender, possibilitando que possamos acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos. Pelo menos dá para fiscalizar quem está trabalhando no momento. Apesar da webcam estar instalada lá, as atualizações na imagem não são feitas em tempo real. Existe um atraso de aproximadamente 30 segundos na geração da imagem, e mesmo assim para que ela seja atualizada precisamos pressionar F5 para recarregar a página no navegador.
Devo confessar que no início a idéia parece até empolgante, mas como o tempo você fica se perguntando; esse pessoal está lá trabalhando mesmo? Isso porque com o tempo fica difícil encontrar alguém trabalhando nos computadores, mas depois de raciocinar um pouco é perceptível que essa fase do projeto é a que envolve menos o uso de computadores. Como a história e os storyboards estão sendo revisados, a maior parte do trabalho consiste em fazer reuniões e discutir a história. O trabalho com os computadores deve começar mesmo só em outubro ou novembro, quando a história e os storyboards estiverem bem definidos. Mas nem tudo está perdido, durante os últimos dias o pessoal andou brincando com a câmera, focalizando os desenhos usados para ilustrar a história. Hoje pela manhã mesmo, estava sonde exibida uma imagem do storyboard, mostrando um canguru gigante correndo atrás de um personagem menor. Inclusive essa é a imagem que ilustra esse artigo. Até algumas horas atrás, essa não era a imagem, alguém do projeto mudou o foco da câmera. Provavelmente nas próximas horas, outra pessoa acaba focalizando um desenho diferente. Espero que quando a fase de produção mais ligada a computadores esteja chegando, eles focalizem a câmera nos monitores dos animadores! Seria ótimo acompanhar de perto o desenvolvimento do projeto e verificar o progresso da animação. Isso seria um novo marco na democratização do conhecimento proporcionado pelo projeto. Caso você tenha interesse em acompanhar, visite esse artigo no blog do projeto Peach. Tenha paciência e verifique a página de vez em quando, eles estão sempre mudando a posição da câmera. Comercial da Apple produzido com Blender?Posted on: 27, AugO que você está prestes a ver é uma coisa inédita! O [BP:215]Blender[/BP] sendo usado para criar um comercial para os novos iMacs! Calma, ainda falta um tempinho para que isso venha a acontecer na realidade. Esse é um vídeo produzido por um artista Francês, mostrando como seria um comercial produzido com o Blender para a nova linha de iMac`s. O modelo 3D até que é simples, provavelmente a parte mais complexa nesse trabalho foram as texturas. Mas de maneira geral está de boa qualidade o vídeo.
Pode até parecer simples, mas a animação e a iluminação dos modelos estão bem produzidas. A montagem final do vídeo foi realizada com o Final Cut Express. Como eu sei tudo isso? Bem, no final do vídeo o autor teve a gentileza de indicar quais a ferramentas usadas na produção. O vídeo pode não ser real, mas está fazendo o maior sucesso na comunidade de usuários do Blender na França. No Youtube francês ele já está com quase 160.000 visualizações. Nada mal para uma animação produzida no Blender. Tudo bem que o autor classificou o vídeo apenas com tags relacionadas à Apple, sem mencionar em nenhum momento o Blender, na pesquisa do Youtube. Como o material relacionado à Apple atrai uma legião de fãs, fica difícil não fazer sucesso. Ainda mais parecendo ser um comercial oficial. Se você não entende inglês, o texto do comercial começa com uma indagação. Ele pergunta se não seria ótimo se os criadores do iPhone, criassem um computador também. A sacada foi mostrar o iMac pela lateral, que realmente se parece com a lateral de um iPhone. Depois, o resto você deve ter entendido, ele apenas aponta algumas das vantagens dos Macs. A outra ferramenta usada na produção, chamada de Final Cut Express é uma versão mais “caseira” do editor não-linear de vídeo da Apple. Ele é destinado a edições e montagens amadoras de vídeo, mas mesmo assim consegue fazer muita coisa. Como sua quantidade de recursos é limitada, até o seu custo é bem menor que o Final Cut Studio, fincando na casa dos 299 dólares. LOD: Level of Detail para jogos e animaçõesPosted on: 27, AugEconomizar recursos do computador sempre é um desafio para qualquer equipe, que esteja desenvolvendo uma animação ou quem sabem até um jogo. Uma técnica muito utilizada, no desenvolvimento de jogos e que pode tranquilamente ser aproveitada, na criação de animações é o Level of Detail. Nunca escutou esse termo? O level of detail funciona assim; posicionamos objetos com nível de complexidade diferente na cena, dependendo da distância em que câmera está visualizando o objeto. Isso ajuda a diminuir a contagem de polígonos, fazendo qualquer renderização mais rápida.
Usar o level of detail, como opção para otimizar a sua modelagem, pode economizar muitas horas de trabalho também. Mas para isso, precisamos saber com antecedência o posicionamento das câmeras, na cena. Isso só é possível com planejamento prévio, com a criação de Storyboards e esboços da imagem final. Ainda não entendeu? Imagine a seguinte situação, precisamos criar um modelo, para representar uma casa. Essa mesma casa apresenta janelas e outros elementos que podem ser detalhados, como janelas e portas. A pergunta é; o quanto devemos detalhar os objetos? Vale a pena modelar até os parafusos das janelas? A reposta para essa pergunta é; depende da distância entre a câmera e o modelo! Isso é o Level of Detail. Pense bem, se a câmera está distante, por mais detalhado que seja o modelo, os objetos de menor tamanho não aparecem na imagem final. Mas se a câmera estiver perto, precisaremos criar esses detalhes, caso contrário, sentiremos falta deles na imagem. Em algumas Engines de jogos, isso é feito de maneira automática. Podemos configurar um “sensor”, para identificar a distância entre um personagem e um objeto. Dependendo da distância, a própria engine troca o objeto por uma versão com mais ou menos polígonos. Tudo vai depender da distância, entre o personagem e o objeto. Quanto mais próximo, mais polígonos e quanto mais distante menos polígonos. Engenhoso não é? Mas como fazer isso em animação? Bem, isso pode ser simulado com keyframes manuais ou então com a utilização de Scripts. Para usar esse recurso em [BP:215]animação[/BP], precisamos tomar um cuidado especial. Use os recursos da sua ferramenta 3D, para ajustar a visibilidade de um objeto. Por exemplo, ao criar o modelo de um carro, crie para o mesmo modelo 3 versões diferentes, com níveis de suavização baixo, médio e alto. Controle a visibilidade de cada modelo, para que o modelo mais detalhado esteja visível quando a câmera estiver mais próxima, e o menos detalhado quando a câmera estiver distante. Assim será possível otimizar o tempo de render! Só tome o seguinte cuidado, para animações. A troca entre os objetos deve ser o mais suave possível, senão as pessoas que assistirem a animação podem perceber a troca entre objetos com complexidade diferente. Quer saber mais sobre o LOD? Visite esse artigo muito interessante sobre o level of detail, para um jogo de aviões. Como converter vídeos para o formato 3GP?Posted on: 25, AugMostrar as animações que produzimos em ferramentas como o Blender ou [BP:215]3ds Max[/BP] em celulares, não é uma coisa fácil. Esses softwares não renderizam no formato de vídeo próprio para celular, por isso temos que converter os arquivos de vídeo para esse formato, se quisermos exibir as animações em aparelhos celulares. Como essa é uma pergunta que recebo com freqüência também; como converter vídeos para o formato 3GP? Resolvi escrever um tutorial, mostrando como fazer essa conversão, usando uma ferramenta gratuita chamada de SUPER. Para continuar com esse tutorial, será necessário fazer o download de um conversor de vídeo gratuito chamado de SUPER.
Como ele funciona? Para usar o SUPER, precisamos de um arquivo de vídeo, podemos usar vídeos com containeres AVI, MOV, MPG e outros. Assim que tivermos esse arquivo de vídeo, indicamos ele no SUPER como sendo a fonte do vídeo para conversão, determinamos como será o formato final do áudio e do vídeo e depois acionamos a conversão. Vejamos como funciona: O primeiro passo é indicar o arquivo que será convertido. Para fazer isso, apenas localize o arquivo, clique sobre ele com o mouse e arraste até a área indicada na interface do SUPER. O processo é simples mesmo, para esse tutorial escolhi uma animação que geralmente uso nas minhas aulas, para mostrar como é possível animar veículos. Mas você pode usar qualquer vídeo.
Agora que a fonte do vídeo já está indicada, podemos configurar o formato de saída. Na parte superior da interface do SUPER, encontramos o seletor para o container de saída. No meu caso, escolho o primeiro já que o [BP]celular[/BP] para o qual quero converter o vídeo é um Nokia.
Tutorial Audacity: Removendo ruídos em áudio digitalPosted on: 24, AugUma pergunta que sempre recebo por e-mail ou no curso de Audacity, que organizei no início do semestre está relacionado à remoção de ruídos ou defeitos em arquivos de áudio. Não é necessário possuir uma ferramenta como o Cubase para fazer esse tipo de edição, o Audacity pode chegar a resultados excelentes. Lembre sempre que mesmo com os mais modernos softwares é muito difícil e trabalhoso filtrar os ruídos de um arquivo de áudio digital, principalmente se ele estiver com os seus canais mixados. Isso mesmo, muita gente acha que é só conseguir um arquivo de áudio para milagrosamente, separar os vocais e instrumentos musicais em faixas diferentes. Não é assim que funciona, se fosse fácil assim, ninguém usava estúdio para gravar! No Audacity, podemos remover ruídos ou defeitos no espectro do som com a ferramenta envelope de maneira muito fácil.
Geralmente identificamos um ruído ou defeito no som, com uma disparidade no espectro. Veja a imagem abaixo, em que encontramos um trecho de um arquivo de áudio, no espectro vemos que uma parte do som apresenta uma variação grande.
Com o envelope, podemos reduzir o volume dessa área para minimizar o efeito e quem sabe até remover o ruído. Para começar a usar a ferramenta, precisamos clicar no ícone correspondente ou então, pressionar a tecla de atalho F2. Quando fizermos isso, uma linha azul aparecerá na parte superior e inferior do canal de som, indicando que o envelope está ativo. Biblioteca gratuita de Clip-artsPosted on: 24, AugMesmo que o nome não seja muito usado e bem visto por designer, usar clip-arts em documentos às vezes é inevitável. Imagine você naquela situação em que precisa entregar um documento ou uma apresentação em slides, precisando ilustrar alguma idéia ou conceito, mas não possui nenhuma fotografia que represente o que você quer mostrar. A solução é recorrer a alguma biblioteca de clip-art. Da mesma maneira que fazemos com a modelagem 3D, em que os artistas armazenam e organizam uma série de modelos prontos, principalmente de mobiliário, os ilustradores precisam também armazenar ilustrações 2D. Já faz um tempo que publiquei um artigo, falado sobre uma biblioteca gratuita de vetores e ilustrações. Outra opção muito interessante é a Open Clip Art Library, que oferece vários vetores 2D para download gratuito.
Existe uma grande quantidade de ilustrações disponível lá, todas no formato SVG. Esse é um formato vetorial muito usado em ilustrações e que um dia, quem sabe, será usado como padrão para ilustrações 2D na Web. Pelo menos antigamente, era impossível abrir arquivos SVG no Internet Explorer, mas o Firefox consegue exibir as ilustrações sem nenhuma restrição. Para facilitar a pesquisa dentro do sistema, o Open Clip Art, organiza os arquivos usando Tags. Então para encontrar uma ilustração sobre um determinado assunto, entre na área Clip Art e depois clique sobre a palavra que representa o assunto desejado. Tentei usar a caixa de pesquisa, mas os resultados não foram tão precisos, prefira as Tags para encontrar as ilustrações. Também podemos usar os arquivos SVG, com ferramentas de ilustração e editoração eletrônica. No InkScape a compatibilidade é total, até porque ele salva os seus arquivos no formato SVG. Outras ferramentas compatíveis com esse formato; Corel Draw, [BP:215]Adobe Indesign[/BP], Adobe Illustrator e Scribus. Caso o seu software não seja compatível com esse tipo de arquivo, podemos facilmente converter essas ilustrações no formato PNG. Para isso, abra o arquivo no Inkscape e depois acesse o menu file e escolha a opção export. Como tipo de arquivo, escolha a opção PNG e a ilustração será convertida para esse formato. Particle Illusion: O segredo das animações com partículasPosted on: 24, AugEssa semana estava ministrando aula sobre composição e efeitos em vídeo, quando me perguntaram; como era possível criar aquelas animações, cheias de detalhes e com vários objetos se movimentando ao mesmo tempo na tela? A resposta pode até ser simples, mas o processo não. Para fazer esse tipo de animação, usamos basicamente partículas. O problema todo é a geração dessas partículas, que não são tão simples assim de se controlar. Caso você já tenha tentado fazer isso em alguma ferramenta 3D como o Blender ou o [BP:215]3ds Max[/BP], deve saber que em algumas situações é muito complicado, controlar esses objetos. Ainda mais quando partimos para ferramentas como o After Effects. Como resolver isso? Sendo um tipo de animação complexa, uma opção pode ser usar ferramentas especializadas na criação de partículas. Existem softwares só para fazer esse tipo de animação? Sim, existem sim. Uma das opções mais usadas na indústria da animação e efeitos especiais é o Partilcle Illusion da Wondertouch. Como ele funciona? Para ilustrar o seu funcionamento, encontrei um vídeo muito interessante que mostra o processo de animação e criação dessas partículas: [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Bc7KdKSGwlo[/youtube] Introdução ao Particle Illusion O vídeo mostra os conceitos básicos, sobre o funcionamento do Particle Illusion. Ele começa mostrando os tipos de partículas prontos, que estão na biblioteca à direita da interface. Assim que escolhemos um tipo de partícula, uma pré-visualização fica disponível na parte superior em tempo real. Depois que um tipo de partícula é escolhido, podemos adicionar o emissor das partículas no stage. Assim que ele estiver lá, podemos alterar os parâmetros dessas partículas como cores, velocidade e tempo. Tudo pode ser customizado. Agora a parte mais interessante é a utilização de vídeos, como plano de fundo para a animação, assim fica fácil criar algumas composições muito legais. Por exemplo, veja esse vídeo que mostra a interação entre uma pessoa e as partículas geradas no Particle Illusion: [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=p0BY7IQDYQQ[/youtube] Vídeo caseiro Interessante não é? Com a ferramenta certa e os vídeos gravados, podemos fazer vários tipos de composição. Esse outro vídeo mostra ainda mais possibilidades com a ferramenta, agora já usando recursos avançados como a geração de máscaras de opacidade e composição com elementos em movimento. A composição com vídeos reais pode ser feita em ferramentas como o [BP:215]After Effects[/BP]. [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Dpmi5pT8QzM[/youtube] Show reel da Wondertouch Ficou curioso para usar o Particle Illusion? Infelizmente eles não disponibilizam nenhuma opção do tipo PLE, para as pessoas que queiram apenas aprender a usar essa ferramenta. Mas existe uma versão demo, que funciona por um período de 30 dias disponível no web site da wondertouch. Caso você se interesse, o software está disponível para Windows e Mac OS X. Tutorial Cinema 4D e Final RenderPosted on: 23, AugA Cebas divulgou mais um excelente conjunto de vídeos mostrando como integrar o seu famoso renderizador, chamado de Final Render, com o Cinema 4D da alemã maxon. Já faz certo tempo que eles lançaram o último conjunto de tutoriais, mas periodicamente eles disponibilizam material para divulgar o Final Render Stage-2 SP3, contendo uma série de melhorias para o renderizador. O vídeo é bem instrutivo, mesmo para as pessoas que não conhecem ou usam o Cinema 4D ou o próprio Final Render.
Repito o que sempre costumo dizer nos artigos, mesmo que não seja a sua ferramenta de trabalho, Assista ao material. Sempre é possível aprender alguma coisa nova, seja uma nova técnica ou metodologia de trabalho. O material está dividido em nove partes que são:
Então se você tem curiosidade em conhecer esse render e o Cinema 4D, visite o web site da Cebas para acessar os tutoriais. Curso gratuito de SketchUp 6: Aula 04 disponívelPosted on: 23, AugHoje publiquei mais uma aula no curso gratuito de SketchUp, dessa vez foi a aula 04. Essa aula é focada exclusivamente na criação de coberturas no SketchUp. Caso você não esteja entendendo que coberturas são essas, estamos falando de coberturas para edificações. Temos basicamente dois tipos de coberturas, as do tipo laje e do tipo telhado. No curso abordamos a criação dos dois tipos, mas lembrando que as ferramentas do SketchUp limitam a criação de alguns detalhes, até pela sua natureza. Os modelos 3D no SketchUp tem como objetivo mostrar apenas a volumetria dos objetos e não detalhes, como telhas. Se você gosta ou precisa fazer [BP:215]maquetes eletrônicas[/BP], essa aula será muito interessante.
A atualização do curso possui os seguintes tópicos:
O primeiro vídeo, sobre lajes mostra o processo de criação desse tipo de cobertura no SketchUp. Como você vai perceber, caso acesse o curso esse é o tipo de cobertura mais simples de ser executada. Para criar coberturas do tipo telhado, teremos que realizar um pouco mais de trabalho, mas com as ferramentas de desenho do SketchUp tudo acaba ficando mais fácil. A aula número 5 será voltada para a adição de texturas e materiais nos objetos. Farei o possível para lançar essa aula até no máximo à próxima segunda (27/08). Depois dessa aula 5, qual será o próximo passo? Já existe algum curso planejado? Sim, já estou me planejando para gravar de uma só vez 2 cursos, para lançamento simultâneo no dia 03 de setembro. Os cursos são:
Ambos os cursos estão com carga horária estimada em 15 horas. No total foram quatro cursos lançados, desde que comecei com a iniciativa de oferecer um sistema de ensino a distância, voltado a computação gráfica. Agora com esses dois cursos que começam no dia 03, pretendo começar uma nova fase no projeto, oferecer um sistema de assinaturas, em que poderei oferecer cursos mais longos e com melhor acompanhamento. Como funcionará? As pessoas que desejarem, podem contribuir com 19,90 reais e ter acesso irrestrito ao material de qualquer curso, por um período de 30 dias. Quais os diferenciais desses cursos?
Com esse modelo de contribuição, poderei me dedicar mais ao acompanhamento dos exercícios e atividades desenvolvidas nos cursos. Hoje não tenho como acompanhar os cursos todos os dias e responder a todas as mensagens com dúvidas. Mas isso vai mudar! Esse novo modelo vai acabar com os cursos gratuitos? Não, de maneira alguma. Continuarei lançando cursos gratuitos, mas com cargas horárias reduzidas e com menos recursos. Aproveite mais essa aula, até o final de semana coloco em dia a correção dos exercícios e as mensagens nos fóruns. Você ainda não está fazendo o curso de SketchUp? Pois visite http://ead.allanbrito.com para começar hoje mesmo! |
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