Archive for April, 2008Download gratuito de Blocos para AutoCAD e RevitPosted on: 23, AprComo parte de qualquer projeto que envolva visualização, o projeto 2D em CAD ainda é muito importante. E para ajudar nessa fase do desenvolvimento de um projeto, nada melhor que uma grande gama de Blocos e desenhos prontos, para simplesmente adicionar nos projetos. Sempre estou à caça de novos web sites com bibliotecas gratuitas de blocos, seja para AutoCAD ou outra ferramenta de desenho técnico, se o arquivo estiver lá é possível converter o mesmo para um formato universal (AKA DXF). Ontem descobri outro web site que oferece Blocos gratuitos para download, tanto no formato 2D como 3D para utilização no AutoCAD e no Revit. A lista é generosa, na contagem do sistema só para projetos arquitetônicos a contagem de Blocos chega a 1700!
O nome do site é simples, ele se chama CAD Forum. Depois de acessar o sistema, procure pela palavra “Catalog”, que está localizada na parte esquerda do conteúdo. É fácil localizar pelas imagens das pastas com os conteúdos. Além de símbolos para projetos arquitetônicos, podemos encontrar blocos para os seguintes tipos de projeto:
Se você não usa o AutoCAD ou Revit, pode encontrar problemas na visualização e uso de alguns dos arquivos, pois a maioria deles está no formato DWG. Para converter esses arquivos para o formato DXF que pode ser lido pela maioria das ferramentas de CAD, leia esse artigo que explica como converter de DWG para DXF. Estou para fazer o download da versão educacional do AutoCAD e Revit, seguindo a dica do leitor Leandro, que colocou nos comentários de um artigo sobre o ArchiCAD 11, a indicação do programa educacional da Autodesk. Caso você seja estudante universitário é possível se cadastrar, caso o seu cadastro seja realizado com um e-mail institucional da faculdade em que você estuda, será possível ter acesso a versões educacionais do AutoCAD, Revit, Maya e outros. Claro que o 3ds Max não é disponibilizado nesse pacote, mas mesmo assim já ajuda um pouco na hora de preparar aulas. Os blocos devem ajudar na preparação das minhas aulas sobre AutoCAD e Revit, assim como povoar os projetos que desenvolvo com o QCAD. Criando um personagem completo com o Blender 3DPosted on: 23, AprMais um tutorial que mostra como criar um personagem completo com o Blender. Apesar de ter sido produzido com uma versão antiga do Blender, se eu não me engano as telas são do Blender 2.34, podemos ainda retirar várias lições e dicas do tutorial. Lembre que apesar das telas serem diferentes é perfeitamente possível reproduzir as técnicas de modelagem utilizadas nas versões mais recentes de Blender 3D. Para acessar o tutorial, visite esse endereço. O tutorial está dividido em várias partes, que podem ser consultadas de maneira independente. Isso facilita a vida dos artistas interessados apenas em partes específicas da modelagem, como a modelagem da cabeça, pés ou mãos. Ao visitar o endereço indicado, também ficará perceptível que o autor não providenciou uma página apropriada para navegação, entre os vários artigos do tutorial. Acesse as pastas e depois o único arquivo HTML disponível nas pastas.
Apesar de ser antigo, esse tutorial ilustra bem o processo e a dificuldade em conseguir uma malha com topologia realista. Assim como manda a “regra”, o autor não tira as proporções do modelo da cabeça, mas sim de uma imagem que serve como guia para a modelagem. Se ele não tivesse uma imagem esboçada no papel, como está no tutorial, à referência poderia ser muito bem uma foto, como acontece com algumas partes do tutorial. Depois ele vai ajustando a malhar para que os contornos e proporções fiquem semelhantes às imagens. O foco do tutorial é a topologia do modelo 3d, tanto é que se ignoramos as primeiras telas em que a interface do Blender 3D aparece, esse tutorial poderia ser aplicado a qualquer ferramenta 3d. ao trabalhar na construção do modelo o autor do tutorial, mostra mais imagens que texto no processo. Isso facilita por um lado e dificulta o acompanhamento dos usuários iniciantes, mas mesmo assim é um guia ótimo guia para desenhar a topologia. Mesmo que você decida não acompanhar todas as fases da modelagem, não deixe de conferir a modelagem da orelha. Já comentei aqui várias vezes, que essa parte da anatomia humana é uma das mais complexas de reproduzir em 3d. O formato da orelha humana tem muitas reentrâncias e pode ser o martírio de qualquer artista 3D. Como escolher o Hardware para aplicações 3D?Posted on: 22, AprAntes mesmo de começar a usar uma ferramenta 3d, os usuários iniciantes já estão cheios de dúvidas, sendo a primordial o hardware. Durante as minhas aulas sempre recebo perguntas sobre a melhor configuração, para modelagem e renderização. Além da montagem em si do computador, me perguntam sobre a pouca diferença nos tempos de render, quando o computador passa por um upgrade. Algumas pessoas acham que dobrar a memória RAM fará com que o tempo de render caia pela metade. Bem, não é assim que as coisas funcionam. Para solucionar esse tipo de problema, os usuários do Maxwell render tiveram uma excelente idéia. Eles criaram um web site chamado Bechwell, que proporciona a todos os usuários do renderizador a possibilidade de comparar os tempos de render, para os mais variados tipos de hardware. Tudo funciona com base na cena abaixo:
Funciona assim, qualquer pessoa com uma licença comercial do Maxwell Render pode fazer o download do arquivo com a cena, e acionar a renderização. Depois ele retorna ao sistema e preenche quanto tempo demorou a atingir um determinado nível de qualidade e o hardware utilizado. Alguns dos testes são impressionantes, usuários com computadores com até 4 processadores quadcore, totalizando 16 núcleos conseguem tempos de render de 10 minutos, em comparação com sistemas mais “humildes”, que renderizam a mesma cena em até 1 hora. A cena é complexa e exige bom nível de processamento do hardware. O objeto é iluminado por um mapa HDR, que é exibido através da parte transparente. Mesmo que você não use o Maxwell render, essa pode ser uma ótima base de comparação para conhecer como diferentes tipos de configuração encaram o render. A conclusão da análise? Em computação gráfica 3d, costumo dizer aos meus alunos que “quanto mais hardware você tem; é pouco”. Ou seja, as ferramentas 3d sempre são ávidas por poder de processamento. Como a dinâmica de funcionamento do Maxwell é semelhante ao Indigo e Kerkythea, usuários do Blender que usam essas ferramentas para renderizar podem se aproveitar desses estudos. O problema é segurar a vontade de montar um renderizador com 16 núcleos para “testar”. Divulgados os projetos do SoC 2008: Blender 3D ganhou 6 projetos!Posted on: 22, AprDepois de um bom tempo aguardando, temos a lista oficial divulgada pelo Google dos projetos que foram aprovados para o Google Summer of Code 2008. Como eu já havia mencionado aqui, o Blender 3D teve vários projetos submetidos novamente esse ano e para felicidade de todos na comunidade, no total seis projetos envolvendo o Blender foram aprovados. Alguns deles já foram comentados aqui também, como a integração com o Freestyle e outros são novos. A lista é muito boa, com algumas funcionalidades que prometem revolucionar a maneira de trabalho do Blender e suas ferramentas. Essa é a lista de projetos aprovados, com uma pequena descrição:
Para conferir os textos em inglês, no web site do SoC 2008, visite esse endereço. Como você pode perceber, essa lista de projetos é muito boa! Todos os projetos têm impacto positivo no trabalho e uso do Blender. Apenas uma coisa me deixou chateado em relação à divulgação dos projetos, aparentemente o YafRay não conseguiu ter projetos submetidos. Quem estava empolgado em relação a possibilidade do Yaf(a)Ray ver a luz do dia mais cedo, pode se preparar para esperar ainda mais. Lembrem, esses são apenas projetos. Assim como já aconteceu com outros projetos aprovados, alguns deles podem naufragar ao longo do caminho. Sessão nostalgia: Blender 1.6Posted on: 21, AprSempre digo aos meus alunos que é importante conhecer o passado, para que seja mais fácil perceber como os softwares e ferramentas 3d evoluíram ao longo do tempo. Nesse intuito, você lembra como era o Blender nas suas primeiras versões? Sei que esse é um tipo de artigo que não interessa muita gente, que só quer saber das novidades, mas acredite que conhecer o histórico do Blender, pode mostrar a você como essa incrível ferramenta evoluiu e está hoje prestes a mudar também, com a chegada do Blender 2.50 no final do ano. Caso você não saiba, podemos fazer o download de qualquer versão do Blender, desde a versão 1.0 até as últimas nesse endereço. Lá podemos escolher desde a versão 1.0, que só roda em sistemas Solaris. Fiz o download da versão 1.6 para esse artigo que está disponível para o Windows, então você também pode testar se quiser. A primeira coisa que chama a atenção nessa versão é a estrutura dos arquivos, não existem arquivos DLL ou auxiliares, o Blender é apenas um grande arquivo executável.
Quando abrimos o Blender 1.6, podemos perceber claramente como a estrutura da interface é a mesma desde o princípio. Todos os elementos importantes como a 3D View e botões auxiliares estão lá. Será que o Blender 2.50 trará mudanças significativas na interface mesmo?
A interface foi refinada ao longo das versões, mas nenhuma mudança drástica aconteceu apenas novas ferramentas foram adicionadas, como a possibilidade de usar painéis compostos. Quer ver como as coisas eram simples? Só existiam dois modos nessa versão, que eram o Edit e o Object Mode. Para alterar o modo, o artista precisava usar o botão indicado na imagem abaixo. Ao lado também está disponível o Vertex Paint, que pode ser acionado em conjunto com o Edit Mode.
A Game Engine também não está presente. Quer usar Zoom? No Header existem dois botões próprios para usar Zoom, um para aproximar e afastar e outro para usar o Pan.
Para selecionar vários dos elementos na interface, precisamos pressionar o botão do mouse e arrastar, como na seleção das janelas. Ainda não estava implementado o seletor, com todas aquelas opções que conhecemos hoje. O que a análise dessa versão do Blender nos mostra? Depois de usar o Blender por alguns anos, e tentar voltar a encarar essa versão mais antiga, podemos concluir que a evolução do Blender 3D foi realmente fantástica. O que será que o futuro reserva ao Blender 2.50? Melhorias! Qualquer tipo de mudança é positiva e pelo que podemos perceber com a análise dessa versão, as modificações e ajustes foram extremamente benéficas. |
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