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Como funciona um Raytracer?

Parte do trabalho de qualquer pessoa envolvida com computação gráfica, ou assuntos relacionados com visualização de informações no computador é entender o funcionamento das ferramentas. Quem trabalha com ilustração, deve ter ao menos uma noção básica sobre como funcionam os gráficos vetoriais, assim como a organização de imagens rasterizadas. Isso é obrigatório? Na verdade é desejável, assim como um piloto de automóveis precisa conhecer de mecânica, para recomendar melhorias e resolver problemas que ele encontra ao dirigir, um artista 3d precisa entender um pouco sobre os processos que regem os softwares que usamos.

Na semana passada encontrei um web site que está se propondo a explicar, no que parece ser um curso a distância, o funcionamento dos sistemas de Raytracing.

I'm Feeling Sleepy Already

O texto é longo e explica em detalhes o funcionamento dos sistemas de renderização, com o uso de Raytracing. Então os usuários de suítes 3d que façam uso de softwares como V-Ray, Mental Ray, Indigo, YafRay e outros podem se beneficiar com as explicações.

Para acessar a primeira aula, visite esse endereço. O texto é bem técnico e está em língua inglesa, mas para quem tem aversão a ler esse tipo de material em inglês, essa é uma versão com tradução automática do Google. Cuidado, pois o texto fica quebrado e algumas partes perdem o sentido na tradução.

O texto está dividido da seguinte forma:

  1. Como uma imagem é criada?
  2. Funcionamento to algoritmo de Raytracing
  3. Raytracing
  4. Adicionando reflexão e refração
  5. Código fonte

As cinco áreas acima explicam bem o funcionamento do processo, desde a distribuição e comportamento de emissores e receptores de energia luminosa.

Cornell Box

Mesmo que você não entenda nada sobre programação, leia o texto tente ao menos compreender o funcionamento e comportamento dos fótons. Todos os parâmetros dos renderizadores externos manipulam o comportamento dos elementos descritos no texto.

Se você está fazendo algum trabalho acadêmico, principalmente de conclusão de curso envolvendo o funcionamento de sistemas de computação gráfica, recomendo ler o texto. Sempre é bom ter uma boa quantidade de referências para esse tipo de trabalho.

Essa foi apenas a primeira “aula”, de uma série textos que o Scrath a Pixel promete lançar sobre computação gráfica 3D.

Sobre o Autor:

Arquiteto que trocou as construções baseadas em tijolos pelas que utilizam pixels! Sim, os pixels também precisam ser devidamente construídos, e quem melhor do que um arquiteto para planejar construções?

2 Comentários

  1. Andre 13/06/2008 em 3:19 pm

    Gostei Allan, gosto de programar e computação gráfica me interessa muito. Estou até participando do GSoC 2008 e estou trabalhando na implementação do Metropolis Light Transport, um algoritmo brute force que resolve a equação de renderização. Este link vai ser muito útil, pois tem certas partes, como a exibição dos pixels, que acredito serem comuns à maioria desses algoritmos.

  2. Virgílio 14/06/2008 em 3:00 am

    Nossa… muito legal isso. Mesmo não sendo a minha praia, acho que é bem bacana pra entender como tudo acontece e ajuda a otimizar os renders.

    Valeu por compartilhar! =D

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