Archive for May, 2009Preview do Maxwell Render 2 mostra render Unbiased mais rápidoPosted on: 13, MayOs softwares que funcionam como renderizadores externos podem literalmente salvar um projeto, atribuindo qualidades e aspectos de realismo, difíceis de alcanças com técnicas e ferramentas mais tradicionais. Entre esses softwares de renderização, encontramos os do tipo Unbiased, que são baseados em algoritmos e fórmulas que simulam de maneira fiel o comportamento da luz no mundo real. Isso acaba gerando renderizações e imagens extremamente realistas, mas por outro lado demanda tempos de render bem longos. A maneira com que esses softwares geram suas imagens ainda gera um pouco de confusão para as pessoas ainda acostumadas com o padrão de renderização do V-Ray, Mental Ray, Final Render e outros. Esse padrão funciona com base em pequenos módulos de renderização, que geram a imagem final com base nos núcleos disponíveis para calcular a imagem. Nos renderizadores do tipo Unibased, temos o método de geração das imagens com base em refinamento constante. Funciona assim, você aciona o render e a imagem final já aparece na tela, mas com baixa definição e muito granulada. Aos poucos a imagem é refinada e o granulado vai desaparecendo. Todos os renderizadores do tipo Unbiased funcionam assim e podemos enquadrar nessa categoria o Indigo, LuxRender, FryRender e o Maxwell Render. O maior problema desse tipo de software é o tempo demandado para gerar uma imagem de alta qualidade. Para a próxima versão do Maxwell Render, que ainda não foi lançada, a Next Limit promete uma grande melhoria na velocidade do render. Para demostrar essa melhora na velocidade, eles montaram um pequeno aplicativo multimídia que compara renderizações produzidas na versão 1.7 e na 2.0. (cliquei na opção Click here na direita)
Em termos de qualidade e realismo no render, a versão 1.7 é exatamente idêntica em relação ao que está por ser lançado, mas a diferença no tempo de render é absurdamente alta. Em algumas das imagens é possível perceber uma melhoria de até seis vezes no tempo do render. No que se refere à qualidade, podemos perceber como as imagens na versão 2.0 do software acabam ficando sem o famigerado granulado em muito menos tempo! Esse tipo de atualização é extremamente interessante para artistas que gostariam de usar esse tipo de tecnologia, mas acabam deixando de lado renders do tipo Unbiased por causa dos longos tempos de render. Softimage XSI: Modelagem 3d básica com polígonosPosted on: 13, MayNa época em que o Softimage XSI estava sendo lançado foi feita uma grande cobertura por parte da imprensa especializada em computação gráfica, devido a sua interface revolucionária para a época, que não mudou muito desde a sua versão 1.0. Mesmo sendo considerado um software de alto desempenho, o Softimage XSI ainda é indubitavelmente uma ferramenta muito parecida com qualquer software de modelagem, e podemos enquadrar nessa categoria opções como o Maya, 3ds Max, Cinema 4D, Blender 3D e outros. Na parte de modelagem poligonal, as opções e efeitos das diversas ferramentas sobre os elementos 3d são exatamente os mesmos. Os tutoriais de modelagem 3d produzidos para o Softimage XSI são relativamente pobres em conteúdo e parece que a comunidade de usuários e artistas, não é tão ativa na produção de material educacional. Por isso, qualquer achado relacionado com o Softimage não deve ser ignorado, ainda mais quando o assunto é modelagem 3d básica, que pode ser o pontapé inicial com o software. No tutorial abaixo, um artista 3d mostra as opções de modelagem 3d básicas com o Softimage, inclusive a parte de modificadores e ajustes para trabalhar com suavização de modelos 3d.
O vídeo é curto e usa a versão 6 do Softimage, mas ainda assim é interessante para conhecer a parte de modelagem do software. O objetivo do tutorial é simplesmente adicionar um cubo a cena, aplicando pequenos modificadores e transformações para elaborar algo mais complexo. Essa é a essência da modelagem por subdivisão, que é exatamente igual no Softimage. Uma coisa que chama a atenção no tutorial, basta prestar atenção na narração do vídeo, o autor usa extensivamente teclar de atalho no teclado para acionar comandos de modelagem. Por exemplo, as teclas com o sinal de mais e menos do teclado servem para adicionar e remover níveis de suavização do modelo 3d respectivamente. Outro ponto interessante, e que foi questionado em artigos anteriores aqui no blog na área de comentários. Reparem que a princípio o modelo 3d gera uma superfície simétrica e bem arredondada na suavização. Mas, depois o autor questiona sobre a possibilidade de controlar mais o quão arredondadas são as bordas. Isso é controlado com a adição de Edge Loops nas laterais das arestas que precisam ter menos arredondamento. Isso funciona com base no raio dos objetos. Quando maior for a distância entre duas arestas paralelas, mais arredondada será a superfície. Por outro lado, quando menor for a distância entre as arestas, menos arredondada será a superfície. AutoCAD 2010: Modelagem 3d com novas opçõesPosted on: 12, MayUma das coisas que mais me agradaram em termos de produção com o novo AutoCAD 2010 foram às ferramentas de modelagem, que estão muito mais flexíveis e permitem que o artista possa realmente criar modelos sem muitas restrições. Se você é usuário antigo do AutoCAD, deve estar habituado a enfrentar pequenos problemas relacionados à restrição de representação com sólidos e superfícies. Para que você tenha uma idéia de como isso era restritivo em termos de modelagem, produzir um efeito semelhante a um bevel em modelos construídos com base em sólidos era muito complicado. Com o AutoCAD 2010 isso teve uma melhora significativa. Nesse artigo, vou mostrar como é possível encontrar as opções de modelagem 3d no AutoCAD, que pode confundir muitas pessoas com a sua interface Ribbon. Essa é uma parte um tanto quanto polêmica dos softwares da Autodesk, a famigerada interface baseada em abas. Quem está acostumado com ela, acha uma excelente idéia, mas as pessoas que não tem tanta familiaridade acabam ficando um pouco confusas. O primeiro passo, quando você abrir o AutoCAD 2010 é localizar no canto inferior direito o seletor que altera o conjunto de abas do AutoCAD. Nele podemos escolher a opção 3D Modeling:
Essa opção muda completamente as abas, oferecendo apenas opções de modelagem 3d como a criação de sólidos e a manipulação do UCS.
Por exemplo, podemos de maneira rápida adicionar um objeto semelhante a um cubo, usando a opção Cube na aba home, ou então aproveitar o novo modo de modelagem do tipo Mesh no AutoCAD, que é uma evolução da modelagem baseada em superfícies. Isso é feito na aba Mesh Modeling, na qual é possível criar um Mesh Box.
Depois de acionar a opção, basta clicar e arrastar o mouse para criar o modelo 3d. Na aba View podemos acionar o Modo Shade, para visualizar o Mesh sombreado. Outra opção que impressiona na modelagem 3d é a possibilidade de suavizar os modelos 3d. Isso é feito com a opção Smooth, em que é possível adicionar e remover níveis de suavização.
Essas são algumas das opções de modelagem do AutoCAD 2010. Como ainda estou me atualizando em relação às novidades do software, não tenho mais material pronto sobre ele. Mas, assim que for descobrindo mais opções e dicas interessantes sobre o software, publico aqui no Blog. Sei que muita gente não gosta do AutoCAD e dos softwares da Autodesk, mas em termos profissionais ainda é importante conhecer esse tipo de ferramenta. Afinal, nunca se sabe quando é que precisaremos usar, mesmo que de maneira breve, softwares como esse para fazer ajustes em projetos ou mesmo ministrar um treinamento, como é o meu caso. Tutorial 3ds Max: Usando o o modificador Camera MapPosted on: 12, MayMesmos sendo uma área que gera grande quantidade de dúvidas entre usuários mais experientes e iniciantes, o gerenciamento e manipulação de texturas apresenta algumas ferramentas interessantes para ajustar o alinhamento e posicionamento das imagens. No 3ds Max existem diversas opções para controlar e alinhar as texturas, independente da aplicação de técnicas como o mapeamento UV, que consiste na criação de estruturas que organizam e controlam a posição das imagens sobre as superfícies. Quando os desafios de controlar as texturas se misturam com o enquadramento e posicionamento das câmeras, as coisas se complicam. Na modelagem de cenários é importante em alguns casos alinhar o posicionamento de texturas com tiling, como as paredes de tijolos com detalhes semelhantes a saliências e pilares ao longo das superfícies. Isso acaba gerando muitos problemas durante a fase de ajustes da textura. Para evitar esses problemas, podemos usar e aplicar um modificador do 3ds Max chamado de Camera Map. O que ele faz? Veja o video abaixo que mostra um exemplo contextualizado da aplicação do modificador, em que um artista 3d usa a ferramenta para alinhar a visualização de um plano com textura de tijolos: No vídeo, podemos perceber que o artista configura texturas diferentes para planos e superfícies distintas no 3ds Max, que servem para representar um cenário formado por paredes de tijolos. Assim que as texturas são aplicadas já visualizamos os problemas de escala nos objetos. Para resolver o problema, o artista adiciona um modificador do tipo Camera Map a cena e associa esse mesmo modificador a câmera existente na cena. Depois que o modificador é aplicado a cena, as texturas ficam automaticamente ajustadas para o tamanho e escala dos objetos. Com o exemplo do vídeo, fica mais simples de visualizar o benefício e utilidade do modificador. As texturas ficam perfeitamente alinhadas sobre as superfícies voltadas para o lado da câmera. Isso facilita muito o trabalho de ajuste e posicionamento dos objetos na cena, principalmente quando a superfície apresenta detalhes e saliências. O efeito do modificador não é tão interessante para animação, mas na modelagem 3d ele pode ajudar muito quando a cena exige organização e alinhamento perfeito das texturas em superfícies irregulares. Blender 3D 2.50: Análise da interface e estado do desenvolvimentoPosted on: 12, MayOs usuários do Blender 3D acompanham cm muito curiosidade o desenvolvimento e notícias relacionadas sobre a evolução do tão aguardado Blender 2.50. O software ainda deve demandar um bom tempo de desenvolvimento para que possa atingir um nível mínimo de funcionalidade e possa ser avaliado em ambientes de produção, ainda mais com o anuncio do projeto Durian, que deve adicionar ferramentas e funcionalidades inéditas ao Blender. Por enquanto, ainda precisamos nos contentar com o lançamento do Blender 3D 2.49, que inclusive está em RC2 e com lançamento previsto para as próximas semanas. Como sei que muitas pessoas gostariam de ter uma idéia ao menos de como está o desenvolvimento do Blender 2.50, fiz o download de uma versão experimental do 2.50 no graphicall.org em que já podemos visualizar algumas das alterações estéticas e funcionais na interface do Blender 2.50. Algumas dessas alterações na interface foram motivo de polêmica e muita discussão entre usuários mais novos, e algumas pessoas com mais experiência no Blender. Em minha opinião, as mudanças estéticas e funcionais foram positivas. Depois de fazer o download dessa versão preliminar do Blender, gravei um vídeo em que faço uma breve descrição de algumas das mudanças na interface e algumas das ferramentas já disponíveis no Blender 2.50. Blender 3D – Interface do Blender 2.50 from Allan Brito on Vimeo. Como você deve ter percebido no vídeo, a organização principal da interface do Blender ainda é a mesma de sempre, e não deve atrapalhar ou confundir usuários mais antigos do software. A organização em janelas e conceitos como os modos de trabalho continuam lá. Outro ponto positivo para as mudanças no Blender é a adoção de nomes mais generalistas para algumas janelas, como a aparição do Dopesheet. Essa mesma janela aparece em softwares como o 3ds Max e deve facilitar a migração de usuários para o Blender 3D. A parte que sofreu mudanças mais drásticas em termos de interface foi a organização dos menus na janela de botões, que recebeu uma reformulação complete que ainda está em andamento. Ainda é cedo para dizer como é que o Blender 2.50 ficará em termos de interface, pois muita coisa ainda precisa ser adicionada. Poucos menus e apenas o cubo inicial podem ser manipulados, basta perceber no vídeo que ao passar o mouse sobre os menus, praticamente nenhum deles está habilitado. Essa versão do Blender 2.50 que usei no vídeo, pode ser copiada nesse endereço. Ela já é um pouco antiga, se eu não me engano é do meio de Abril. Mas, caso você queira fazer seus próprios testes e avaliações, basta fazer o download e testar. Só devo alertar que essa é uma versão altamente experimental do Blender, você deve ter muito cuidado ao rodar softwares assim no seu computador. Se você preferir, o vídeo também está disponível no youtube. |
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