Mapas de displace: Guia de utilização

Os chamados mapas de displacement são uma ferramenta extremamente importante dentro do universo de ferramentas disponíveis para modelagem 3d. Com esse tipo de mapa, que nada mais é do que uma imagem, podemos adicionar detalhes em objetos com base apenas nas tonalidades existentes nessa textura. A vantagem do mapa de displacement é que o resultado desse tipo de edição nos objetos é geometria real, o que facilita muito o seu uso em situações em que os modelos 3d estão próximos da câmera. O observador vai perceber que os detalhes são reais, o que faz a técnica ser muito melhor para esse tipo de situação do que os chamados mapas normais, também conhecidos como mapas de bump.

Esse tipo de mapa de displace é especialmente importante nos casos em que usamos softwares especializados em escultura digital, pois com o auxílio desses mapas podemos trabalhar a exibição correta dos detalhes desses objetos esculpidos em outros softwares 3d.

Mas, você sabe usar os mapas de displacement? Um artista chamado Akin Bilgic publicou um guia sobre mapas de displacement no seu web site que pode ajudar muitos usuários e artistas que baseiam seu trabalho em escultura. O guia mostra o procedimento para gerar e aplicar mapas de displacement, saindo do ZBrush ou Mudbox para softwares como o 3dsmax e Maya.

Guia sobre uso de mapas de displacement em modelagem 3d

O mais interessante do guia é que o artista faz uma detalhada explicação sobre todo o processo, adicionando inclusive detalhes técnicos sobre cada um dos elementos que fazem parte do mapa de displace. Essa parte do guia é especialmente interessante para quem está precisando de referências ou pesquisa relacionada com o tema, ou gosta de conhecer o que acontece com cada ferramenta com informações um pouco mais técnicas.

Além das informações técnicas do guia, é possível também encontrar todos os passos necessários para otimizar e criar o mapa de displacement na parte inferior do texto. O autor até mesmo fez um modo de seleção em que podemos marcar workflows diferentes. Por exemplo, a saída do modelo como o ZBrush e a chegada do arquivo no 3dsmax usando o V-Ray para renderiação. O guia é fundamental para todos trabalhando com escultura!

 

Publicado por

Allan Brito

Arquiteto que trocou as construções baseadas em tijolos pelas que utilizam pixels! Sim, os pixels também precisam ser devidamente construídos, e quem melhor do que um arquiteto para planejar construções?

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