Archive for the ‘Fotografia’ CategorySimulador de câmeras SLR ajuda no estudo de fotografiaPosted on: 24, MayUma das áreas do conhecimento que mais ajudam uma pessoa que trabalha com modelagem 3d e visualização, a melhorar os seus trabalhos e criar imagens mais interessantes é fotografia. Sempre que me perguntam sobre cursos ou material para estudo voltado para artistas 3d, recomendo sem sombra de dúvida um curso de fotografia. Os renderizadores baseados em física real utilizam com freqüência dados e informações oriundas de máquinas fotográficas como ISO, velocidade do obturador e abertura da lente. Caso você tenha conhecimento sobre esse tipo de ajuste, fica fácil e rápido configurar esse tipo de renderizador, mas para os artistas que não tem idéia do que faz cada um desses parâmetros, o processo pode ser ainda mais demorado. Um web site muito interessante chamado de Camera Sim pode ajudar de maneira significativa a entender o funcionamento e o efeito que cada um desses parâmetros exerce sobre uma imagem fotográfica. O objetivo do sistema é bem simples, e envolve uma área de controle em que o usuário pode dinamicamente fazer alterações nos parâmetros de uma câmera do tipo SLR e visualizar o resultado no web site. Esses são alguns dos controles disponíveis no sistema:
Com o pleno conhecimento desses parâmetros que estão em inglês na interface do sistema, mas que ajudam no processo de adaptação dos conhecimentos para softwares de renderização, pois os mesmos estão em inglês. Apesar de não existir nenhum tipo de explicação sobre o que faz cada um desses elementos, selecionei alguns links interessantes com artigos em português que descrevem vários dos dispositivos e termos técnicos de fotografia: Essa lista de materiais deve ajudar de maneira significativa no estudo e entendimento de como funcionam todos esses aspectos da fotografia, e aplicar os mesmos em seus projetos envolvendo renderização. Mas, isso não é tudo! Ainda seria preciso abordar enquadramento, composição, iluminação e vários outros aspectos para que fosse possível realmente dizer que aproveitamos os conhecimentos da área fotográfica em computação gráfica. Isso é assunto para outro artigo! GIMP 2.8: Lista com algumas das novidadesPosted on: 4, NovEntre as diversas opções que temos para trabalhar com editoração de imagens em um mundo dominado pelo Photoshop, temos o GIMP que oferece ferramentas e opções mais que suficientes para a grande maioria das pessoas. Até mesmo em casos como a pintura de texturas e criação de mapas UV para modelagem 3d, o GIMP substitui perfeitamente o Photoshop. Se você acompanha o blog já deve conhecer também as diversas ferramentas equivalentes a recursos aclamados do Photoshop CS5, casos do Content-aware Fill e outros. Sim, esses recursos estão presentes no GIMP já faz um bom tempo. Uma nova versão do GIMP está sendo preparada para lançamento em 2011 e já podemos conferir várias das novidades nessa pequena lista, com 24 itens novos para a versão 2.8. Está previsto para dezembro a disponibilização de uma versão Release Candidate, indicando que pouco tempo depois poderemos aproveitar a versão estável.
Quais são essas novidades? Bem, não vou comentar todas, mas as que considero importantes para o fluxo de trabalho de usuários antigos do GIMP e também dos mais recentes. Entre as tarefas que mais realizo no GIMP está a criação de diagramas e anotações em imagens, seja em fotografias ou mesmo em imagens renderizadas. Se você já usou o GIMP, deve saber que a edição de texto é feita em janelas separadas. Agora será possível adicionar, editar e formatar o texto diretamente na moldura da imagem. Isso será extremamente útil e deve acelerar bastante o processo de criação. Quando trabalhamos em projetos envolvendo diversas camadas com imagens e textos, o processo de edição acaba sendo dificultado pela quantidade de informações. Agora poderemos organizar as camadas em grupos! Pequenas mudanças podem fazer a diferença também, como é o caso da adição de contornos nos pinceis usados para trabalhar com pintura. Nos casos em que é necessário editar mapas de texturas no GIMP, isso ajudará a visualizar a área de efeito do pincel. Essas mudanças facilitam bastante a vida de quem já usa a ferramenta e terá impacto positivo no uso da ferramenta por usuários mais novos, pois a edição e manipulação de imagens no GIMP fica cada vez mais simplificada. Tutoriais GIMP: Liquid Rescale e Content Aware FillPosted on: 19, OctO lançamento do Photoshop CS5 trouxe várias ferramentas impressionantes como o Content Aware Fill, praticamente permite a qualquer artista remover partes de uma fotografia com base na seleção de uma área. Seria como fazer todo aquele trabalho com o Stamp, copiando pedaços dos pixels para compor sobre a área que precisa ser excluída, mas de maneira automatizada. Essas opções foram apresentadas como grandes novidades da ferramenta, mas muitas delas já estavam disponíveis em softwares como o GIMP. Essa é uma opção de código aberto ao Photoshop que permite realizar exatamente os mesmos efeitos, com a vantagem de não demandar a compra de uma licença para seu uso. Você pode usar de maneira totalmente gratuita. No GIMP temos duas ferramentas chamadas de Liquid Rescale e Resynthesizer que permitem realizar as mesmas edições do Photoshop. Uma funciona para redimensionamento de imagens sem deformar partes chave, e a outra preenche partes da imagem usando padrões identificados pelo próprio software. O tutorial abaixo mostra de maneira bem simples o funcionamento de ambas as ferramentas no GIMP, e pode servir como referência para qualquer pessoa interessada em reproduzir o efeito. Basta fazer o download da ferramenta, que é totalmente gratuita e editar as suas fotografias. Para usar o Liquid Rescale o procedimento é extremamente simples, e consiste na marcação das áreas na imagem que não devem sofrer nenhum tipo de deformação no processo de escala. Isso pode ser feito usando um pincel simples, configurado para fazer esse tipo de separação. No tutorial, o autor do vídeo marca as pessoas que estão na fotografia e partes da vegetação. Com tudo marcado, podemos acionar o redimensionamento da fotografia e tudo será esticado, menos as partes selecionadas. O funcionamento é bem parecido com o Content Aware Scale do Photoshop. Agora o mais legal que é o Resynthesizer, que funciona com base na seleção de uma área da fotografia. No caso da imagem do tutorial foi selecionada uma das pessoas. Quando essa pessoa está selecionada, o autor aciona o filtro chamado de Heal Selection. Com isso, o próprio GIMP identifica a imagem e preenche os espaços com pixels da cores parecidas. O resultado é que a pessoa é removida da imagem. Só para lembrar, o Resynthesizer precisa ser instalado no GIMP. Você pode fazer o download do Resynthesizer nesse endereço. Análise forense de fotografiasPosted on: 29, SepA facilidade com que podemos editar e alterar imagens e fotografias acaba produzindo uma infinidade de montagens e material retocado, que acaba gerando dúvidas em muita gente. Sempre que tenho oportunidade de ministrar aulas sobre Photoshop, Gimp ou edição digital acabo mostrando vários exemplos de imagens alteradas digitalmente. Para quem conhece e trabalha com isso, acaba ficando mais fácil de identificar pequenos sinais nas imagens, que mostram que ela foi editada digitalmente. Mas, esse é um tipo de análise baseado em intuição. Existe uma maneira de fazer esse tipo de análise com base em dados técnicos? A resposta é sim! Um web site permite usar uma técnica simples, mas eficiente para identificar se uma determinada fotografia foi editada digitalmente. A única limitação nesse tipo de ferramenta é que o sistema só consegue analisar arquivos jpg. Essas imagens também devem estar hospedadas em algum servidor na web, pois o sistema não permite enviar os arquivos. O web site é baseado em um algoritmo chamado de Image Error Level, que analisa o nível de erro com que uma imagem foi salva.
Como funciona? O processo usado nesse web site é relativamente simples de compreender. Todas as vezes que uma imagem é salva no formato JPG, os dados sofrem uma compressão do tipo Lossy. Isso significa dizer que todas as vezes em que salvamos uma imagem, dados são perdidos. Esses dados são representados pelas cores geradas no processo de analise. Quando indicamos uma imagem já hospedada na web, o sistema salva novamente o arquivo usando um índice de qualidade conhecido. Por exemplo, o sistema salva uma imagem com 70% da qualidade original e compara os pixels resultantes com o que deveria ser uma compactação em 70%. Caso exista alguma diferença, ela geralmente aparece na forma de pixels com brilho maior que o normal. Com essas informações podemos afirmar com mais propriedade que imagem determinada fotografia foi digitalmente alterada ou manipulada. Uma característica interessante dessas imagens editadas, é que partes das imagens geralmente foram salvas várias vezes, ocasionando níveis de erro muito maiores que o normal. Assim o processo de identificação das montagens e retoques acaba tendo base técnica e não na experiência do artista, o que se encaixa perfeitamente em processos de análise forense de imagens. Tutorial Photoshop: Criando imagens Tilt-shiftPosted on: 22, SepA criação de imagens em softwares 3d está diretamente relacionada com a fotografia, e as competência necessárias para se tornar um bom fotógrafo. Esse é um dos motivos pelos quais sempre recomendo para meus alunos, que me questionam sobre cursos para trabalhar melhor com renderização e composição de imagens, a melhor opção nesse tipo de situação é estuda fotografia. Com o uso correto de algumas técnicas, podemos inclusive brincar com a escala dos elementos que estão na imagem. Entre as diversas técnicas de representação de imagens, temos uma muito legal chamada de Tilt-shift. Em resumo, é uma técnica que faz com que objetos de larga escala tenham aparência de maquetes ou miniaturas. Uma simples pesquisa na web mostrará inúmeros exemplos de vídeos e imagens produzidas com essa técnica, como o vídeo abaixo: Mas, como podemos fazer isso em imagens estáticas? Os editores de imagem podem perfeitamente criar esse tipo de efeito usando ferramentas relativamente simples. O vídeo abaixo apresenta a técnica aplicada no Photoshop CS3, que pode ser aproveitado em versões mais recentes. O autor usa a fotografia com muitas pessoas na praia: O segredo para conseguir esse efeito é a aplicação correta de um filtro de blur, que deve deixar parte da imagem fora de foco, enquanto outra parte da imagem permanece em perfeito enquadramento e focada. Isso tenta simular o que acontece com as lentes de câmeras, quando o objeto filmado ou fotografado é muito pequeno em escala. Depois disso é preciso fazer alguns ajustes de cor e tonalidades. Como resultado final o processo acabou gerando uma imagem que remonta a uma pequena miniatura de pessoas na praia. Mas, como isso pode me ajudar na renderização? Simples, podemos transformar uma imagem renderizada sem nenhum tipo de cuidado em termos de percepção de escala, para complsições que representem pequenos objetos. Lembre que a representação de pequenos objetos não se dá apenas pela escala do que conhecemos, como é o caso dessas imagens que tem “pequenas” pessoas. É mais o conjunto do efeito ótico das partes que não estão em foco. Esse é o tipo de habilidade que pode fazer com que uma renderização aparentemente equivocada, possa ser corrigida de maneira rápida, sem precisar gerar a imagem novamente. |
Atualizações por e-mailCategorias
Arquivos
PesquisaLinks
Meta |
Tags3ds max
Animação
Animação 3D
AutoCAD
Autodesk
Autodesk 3ds Max
Autodesk Maya
Blender
Blender 2.5
Blender 2.50
Blender 3D
CAD
Computação Gráfica
Desenho Técnico
Desenvolvimento Blender
Desenvolvimento Jogos
Dicas Animação
Dicas Blender
Dicas Modelagem
Dicas Render
Dicas SketchUp
download gratuito
Google SketchUp
Maquete Eletrônica
Maquetes Eletrônicas
Maya
Mental Ray
Modelagem 3D
Modelagem Arquitetura
Modelagem Poligonal
Render
SketchUp
Tutoriais
Tutorial 3ds Max
Tutorial Animação
Tutorial AutoCAD
Tutorial Blender
Tutorial Blender 3D
Tutorial Maya
Tutorial Modelagem
tutorial render
Tutorial SketchUp
V-Ray
Visualização arquitetura
YafaRay
|