Archive for the ‘Tecnologia’ CategoryLightworks: Editor de vídeo gratuito disponível para downloadPosted on: 9, DecO mercado de softwares para edição profissional de vídeo é bem segmentado, sendo na grande maioria dos casos os pequenos estúdios e produtoras acabam escolhendo entre duas opções que são o Adobe Premiere ou o Final Cut da Apple. Ainda existem outras opções interessantes como o Vegas da Sony, mas a maioria se concentra entre esses dois pólos. Bem, você deve estar lembrado da notícia sobre o lançamento de uma versão de código aberto de um editor de vídeo não-linear chamado de Lightworks. O software estava muito próximo de ser lançado, e como já estava sendo esperado, essa semana a empresa responsável pela manutenção da ferramenta disponibilizou a versão beta do Lightworks de código aberto para download. Para conseguir fazer o download do software, você precisa se cadastrar no web site da EditShare para ter acesso ao Lightworks gratuito. Por enquanto, apenas a versão do software para a plataforma Windows está disponível, mas no futuro devem aparecer opções para Mac OS X e Linux. Como é essa versão do software? O vídeo abaixo mostra o processo de download e instalação do Lightworks já funcionando na sua fase open source. No vídeo podemos visualizar na parte final da demonstração como podemos acionar diversos elementos da interface do Lightworks, como o acionamento de janelas que editam e montam trechos de vídeo. O conceito da interface é um pouco diferente do que encontramos em ferramentas como o Final Cut e Premiere, mas deve ser bem familiar para quem já trabalha com edição de vídeo. Nesses tipos de softwares o que encontramos é basicamente uma janela com os chamados Assets ou Library, em que ficam agrupados os elementos e trechos dos vídeos usados na montagem. Depois temos a timeline que agrega todos esses trechos de vídeo, podendo ou não considerar o uso de grupos na timeline como as sequências do Adobe Premiere. Para os que aguardavam a oportunidade de usar um editor de vídeo profissional no windows, aproveitando as vantagens de uma licença de código aberto, o Lightworks acabou com essa espera! A próxima espera será pelo lançamento do software para outras plataformas, incluindo nessa lista o Linux e Mac OS X. A evolução da técnica de Chroma Key na produção de vídeo digitalPosted on: 4, JanNa criação de vídeos para cinema e TV é possível usar uma técnica muito antiga e que ganha retoques e melhorias ao longo dos anos, permitindo criar efeitos e composições cada vez melhores para contar histórias ou compor cenários. A técnica que me refiro aqui é o famoso Chroma Key, que é conhecida da maioria das pessoas em séries bem antigas. Quem não lembra dos seriados que encolhiam os personagens ou colocavam as pessoas em ambientes espaciais, mostrando uma borda levemente chuviscada em volta dos personagens denunciado o uso do Chorma Key? Com o tempo e a melhoria dos algoritmos de processamento e também na resolução e qualidade dos vídeos é possível criar efeitos impressionantes com Chorma Key. O processo de produção com esse tipo de efeito é bem simples e envolve apenas alguns cuidados e planejamento criterioso da locação, ou do estúdio usado para fazer a gravação das imagens. O processo é amplamente usado em seriados para TV e filmes que pretendem economizar no uso de locações ou não tem orçamento, para construir ou isolar ruas inteiras de cidades. No vídeo abaixo, podemos conferir diversos exemplos de produções e seriados que usam a técnica para economizar na produção, fazendo a composição de atores reais com cenários em fundo verde ou azul. O nível de sofisticação e composição é impressionante, pois os vídeos inclusive tem o ângulo e enquadramento da câmera planejados para se encaixar perfeitamente nos efeitos. Repare que até mesmo em tomadas externas comuns o processo é utilizado para evitar levar grandes equipes para gravações externas. O plano de fundo pode ser gravado de maneira independente com uma equipe fazendo apenas a captura das imagens, sem a necessidade de levar atores e equipes de apoio para rua. Tudo fica concentrado no estúdio, para depois ter o plano de fundo adicionado na pós-produção. A maioria dos softwares de edição não linear como o Adobe Premiere e o Final Cut da Apple permite criar esse tipo de efeito, mas o uso de softwares mais sofisticados como o Fusion, Shake e outros pode ajudar no refinamento do processo. Quando é necessário usar elementos em 3d a coisa complica um pouco mais, pois é necessário usar marcações no cenário e câmera tracking para sincronizar a câmera real com a virtual. Mas, ainda assim é perfeitamente possível e barato fazer esse tipo de efeito com os softwares e hardware disponível hoje em dia. Tutorial After Effects e 3ds Max 2010: Retirando partes de um vídeo para efeitos especiaisPosted on: 5, OctO trabalho com vídeo digital e efeitos usando softwares como o After Effects, envolve a criação de truques para conseguir localizar pontos específicos no vídeo. Por exemplo, para conseguir mapear a superfície de um objeto ou personagem, podemos adicionar nessas superfícies pequenas marcações, que servem para auxiliar no processo de motion tracking. Esse processo é fundamental para copiar o movimento das superfícies e substituir alguma coisa no vídeo, seja um personagem ou partes dele por material gerado em computador ou mesmo outros vídeos. Mas, e quando é necessário apenas remover esses pontos do vídeo? Se você quer aprender alguns truques usando o After Effects, o tutorial indicado nesse artigo é um excelente recurso de aprendizado, para realizar efeitos em vídeos. O objetivo é bem simples, e consiste na remoção de pequenos pontos marcados sobre a pele de uma pessoa, que foi filmada com o objetivo de adicionar motion tracking nessas regiões. Mas, depois de gravar o material editor resolveu aproveitar o material sem as marcações. O vídeo é curto, mas é muito bem explicado e mesmo para os que não entendem a narração em inglês, basta seguir os passos apresentados no vídeo.
Track Dot Removal Tutorial from Mathew Kelly on Vimeo. O procedimento usado para apagar elementos no vídeo é bem familiar aos usuários já acostumados com truques semelhantes no photoshop, ou outras ferramentas de edição de fotografias. Nesse caso, o artista cria uma cópia do vídeo editado e adiciona uma espécie de máscara ao material, em que logo depois um filtro do After Effects faz com que o material fique fora de foco e se sobrepondo as marcações. Para que essa técnica funcione é necessário usar o Motion Tracking, que movimenta de maneira sincronizada os objetos que cobrem as marcações no vídeo. Apenas esse conjunto de opções não é suficiente para conseguir um efeito convincente de substituição das marcações, sendo necessário adicionar mais filtros do After Effects para combinar os efeitos no vídeo da marcação. Mas, e o 3ds Max 2010? Exatamente no meio do vídeo o autor apresenta outra técnica para remover essas marcações, envolvendo o uso de objetos 3d que cobrem as marcas. Esses objetos são criados no 3ds Max 2010, usando informações fornecidas pelo processo de motion tracking. Em minha opinião é melhor tentar realizar o processo todo no After Effects, mas naquele caso o objeto tinha uma rotação 3d complexa e que precisava do auxílio de algum software como o 3ds Max. Mesmo assim, vale pelo aprendizado em integrar as duas ferramentas. O trabalho com vídeo digital e composição é tão desafiador quanto o de um artista 3d, principalmente pela enorme variedade de padrões e formatos de vídeo disponíveis no mercado. Sempre que ministro aulas sobre vídeo digital, acabo levando em torno de duas aulas ou quatro horas para poder explicar de maneira superficial o funcionamento e variedade dos padrões de vídeo. Em softwares como o After Effects ou Premiere, esse tipo de diversidade acaba dificultando a identificação de problemas e erros na renderização dos projetos. Se você nunca usou esses softwares, saiba que o termo renderização não é aplicado apenas em softwares 3d. Tanto no After Effects, Premiere e outros como o Final Cut, usamos a palavra renderizar para gerar o vídeo final de uma produção. Assim como acontece na renderização de alguns projetos em 3d, podemos encontrar erros diversos na renderização de projetos em After Effects ou Premire. Isso pode ser um verdadeiro pesadelo para a maioria dos usuários, pois os erros são apresentados sempre na forma de um código numérico, e nenhuma dica sobre possíveis soluções é passada para os usuários. Caso você já tenha passado por situação semelhante, solicitar a renderização no After Effects e encontrar uma mensagem de erro. Um usuário do After Effects chamado Lutz Albrecht compilou uma lista muito interessante dos erros no After Effects. Agora, não são apenas os erros que ele lista no web site, também estão relacionados a cada código de erro as possível causas e soluções para o problema. Assim que você visitar o web site, procure na direita o código numérico do erro, ou então pelo assunto relacionado ao problema. Por exemplo, os erros de codificação para arquivos usando MPEG estão muito bem explicados e relacionados com as soluções para erros nos codecs. Claro que as soluções muitas vezes envolvem a reinstalação dos aplicativos ou o uso de artifícios, como a alteração de algum arquivo de texto no computador. Esse tipo de recurso é indispensável para qualquer profissional envolvido com a produção freqüente de projetos no After Effects. É uma pena que o mesmo recurso não esteja disponível para mostrar os erros do Adobe Premiere, mas quem sabe o autor não se anime a compilar outra lista. Com que velocidade você atualiza seus softwares de computação gráfica?Posted on: 17, AugCom a aproximação do lançamento do Blender 2.50 previsto para Outubro, os usuários estão se preparando para fazer a atualização do software assim que uma versão estável da ferramenta for lançada. Uma parte dos usuários deve fazer isso imediatamente, mas muitas pessoas assim como eu devem esperar um pouco para passar o seu ambiente de produção para a nova versão do software, assim que ele for lançado. Esse tipo de questionamento não é restrito aos usuários do Blender 3D, mas envolve todos os artistas que trabalham com modelagem 3d, animação ou computação gráfica de maneira geral. A aplicação de softwares novos e com os quais você tem pouca experiência em ambientes de produção é algo muito arriscado, pois o aparecimento de problemas e dificuldades para as quais você não estava preparado é muito grande. Qualquer tipo de dificuldade no uso do software acarreta em atrasos na produção e que inevitavelmente acabam se convertendo no comprometimento dos prazos. Se você já trabalhou em projetos comerciais, sabe que o atraso na entrega dos trabalhos envolve multas e prejuízos financeiros. Por isso, o assunto deve ser levado de maneira muito séria. Uma prática comum de muitos usuários é fazer a atualização das ferramentas, apenas quando for disponilizada uma versão posterior ao primeiro lançamento da ferramenta já com os problemas iniciais encontrados e resolvidos. Por exemplo, os usuários do 3ds Max geralmente fazem a atualização depois que um Service Pack é lançado. Outro ponto a considerar é a retrocompatibilidade entre projetos. Essa retocompatibilidade pode salvar um projeto, principalmente quando são necessárias apenas pequenas atualizações em um projeto, como a alteração de objetos nas cenas. Semana passada mesmo, precisei realizar uma atualização simples em um projeto de visualização arquitetônica desenvolvido em 2007. Nessa época os softwares usados para criar a visualização foram o Blender 2.43 e o YafRay 0.0.9. Se fosse necessário atualizar o projeto para o YafaRay 0.1.1, seria preciso testar as configurações de iluminação e os ajustes da cena novamente. Como a atualização demandava apenas que alguns blocos de móveis fossem substituídos, foi necessário apenas instalar os softwares novamente e depois de uma rápida edição, renderizar a cena. E você? Com que velocidade atualiza os softwares usados para seus projetos? Imediatamente? Espera um pouco? |
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