Allan Brito

Migrando dos tijolos para os pixels!

Archive for the ‘Vídeos’ Category


Um novo episódio do melhor videocast sobre o Adobe Indesign está disponível para download. O The Indesigner, na sua edição de número 45, comemora 2 anos de aniversário falando sobre seis ferramentas do Indesign CS3 ao mesmo tempo. Geralmente os tutoriais são focados em apenas uma ferramenta, mas dessa vez o autor preferiu mostrar vários recursos em conjunto, para realizar uma tarefa mais complexa. Que tarefa foi essa? O tutorial aborda a criação de um catálogo de músicas com os nomes de várias bandas. A tarefa, a principio, não apresenta grandes desafios, mas com um pouco de criatividade o Michal Murphy conseguiu complicar o processo de criação.

Indesign CS3 GREP

No layout do catálogo, existem os nomes das bandas com as respectivas imagens dos álbuns. O que acontece é que ele pretende automatizar o processo de inclusão das capas. Assim o próprio Indesign CS3 cuidaria do trabalho, identificando o nome do álbum e associando a imagem correta, exatamente ao lado do nome. Mas como fazer isso? Quer descobrir? Assista ao tutorial em vídeo!

O procedimento envolve o uso de ferramentas como o Anchor Object, ligado a uma caixa de texto. Além da configuração das âncoras, o autor também usa estilos de objetos para configurar a moldura em que as capas devem aparecer. Se você não sabe usar esse recurso, essa é uma ótima oportunidade de aprender.

Agora o que é realmente interessante nesse tutorial, e que faz a diferença no Indesign CS3, é a opção de busca chamada GREP. Essa ferramenta de busca procura por padrões repetidos no layout do documento, para realizar alguma tarefa de edição. Com o GREP será possível distribuir as capas dos álbuns, no início de cada parágrafo.

O tutorial mostra como associar a busca com um estilo de parágrafo, para deixar a busca ainda mais fácil e precisa. A ferramenta usa até dados que estão na área de transferência!

Mesmo mostrando esse pequeno exemplo, o autor deixa claro que seria necessário muito mais tempo para demonstrar o real poder dessa nova ferramenta. Inclusive, ele cita como exemplo que em suas palestras sobre o Indesign, geralmente leva uma hora para explicar por completo a função do GREP.

Devo confessar que não esperava algo assim no tutorial, fiquei surpreso com o poder dessa ferramenta. Para quem passou um bom tempo usando o Indesign sem o GREP, essa nova ferramenta é uma benção! Não perca mais tempo e corra para assistir ao tutorial, que está no formato MP4.

Nov
26

Ontem publiquei um tutorial, produzido por um usuário da comunidade hispânica do Blender. O tutorial abordava o uso do Blender e do Indigo, com o Blendigo. Além desse tutorial, o usuário chamado afecelis também elaborou uma série de vídeos, ensinando a usar o Script Rib Mosaic com o renderizador 3delight. O 3delight é mais um renderizador baseado no RenderMan. Para quem não conhece, o RibMosaic é um script desenvolvido para o Blender, capaz de exportar cenas do Blender no formato compatível com o RenderMan.

O 3delight é um renderizador, Assim como no tutorial do Indigo, o autor produziu vários vídeos explicando como fazer a interação.

Antes de fazer o download, devo alertar sobre uma coisa relativa a esses tutoriais. O nível de complexidade aqui é maior, sendo necessário fazer vários ajustes e configurações em programas e shaders. Já fiz o download dos vídeos, mas ainda não tive como fazer os testes completos.

Blender e Rib Mosaic

Mas se você estiver com tempo e curiosidade, recomendo fazer o download de todos os recursos oferecidos e testar. No mínimo será um aprendizado, em novas ferramentas.

Aqui temos no total cinco vídeos, divididos nas seguintes partes:

  1. Esse vídeo mostra uma introdução ao tutorial e também serve como guia de instalação do 3delight.
  2. Aqui temos uma demonstração de como instalar e usar o Script Rib Mosaic no Blender. A introdução sobre os principais parâmetros é fundamental para seguir no tutorial.
  3. O terceiro vídeo mostra a configuração dos shaders para o 3delight.
  4. Agora é necessário configurar os shaders necessários para uma posterior renderização. Esse vídeo aborda a criação desses materiais, usando uma ferramenta muito interessante, chamada ShaderMan.
  5. Com tudo pronto agora é necessário exportar e cena com o Rib Mosaic, para que depois a mesma cena seja renderizada com o 3delight.

Já haviam solicitado um tutorial, explicando como funciona esse script. Como estava sem tempo para fazer o tutorial, esses vídeos em espanhol devem ajudar muito, os usuários interessados em usar um renderizador baseado no RenderMan.

Antes que eu esqueça, o 3delight não é nada fraco! Entre os seus créditos, podemos encontrar produções de peso como Superman, quarteto fantástico e outros. Para saber mais, visite o web site oficial do 3delight.

Nov
23

Com a demora no desenvolvimento do Yaf(a)Ray o Indigo acaba sendo uma das opções disponíveis para os usuários do Blender, que querem aplicar um nível de realismo mais aprimorado nas suas cenas. Claro, sem a necessidade de fazer configurações ou ajustes complexos na iluminação. Caso você não esteja acompanhando, pouco tempo atrás o Indigo ganhou uma nova versão e o Script que faz a integração com o Blender, chamado de Blendigo, também recebeu uma atualização.

Para ajudar os usuários do Blender a usar melhor o Indigo, um artista 3d da comunidade hispânica do Blender produziu uma série de vídeos, mostrando como usar detalhadamente o Indigo em conjunto com o Blender. Isso mesmo! O material agora não está em inglês.

Blender e Indigo

O autor se chama afecelis, ele produziu o publicou os vídeos em um fórum de usuários que falam espanhol. O tutorial está dividido em sete partes, que abordam desde a instalação do Indigo e Blendigo, até a configuração dos materiais e luzes para renderização.

Já assisti aos tutoriais e posso dizer que são ótimos! Se você tem dificuldades com o Indigo, se prepare para dizer que você tinha dificuldades. Para as pessoas que usam o Blender para fazer maquetes eletrônicas, essa é uma ótima opção para aprender uma alternativa viável e poderosa ao YafRay.

Aqui vai uma descrição dos conteúdos abordados nos vídeos:

  1. O primeiro vídeo aborda a instalação e ajuste das ferramentas necessárias para usar o Indigo. Claro que o próprio Indigo é abordado assim como a instalação do Blendigo.
  2. Com todas as ferramentas devidamente instaladas, agora o autor mostra como criar uma cena simples.
  3. Agora é a hora de configurar os materiais no Blender, ainda não foi abordado nada específico do Indigo. Apenas as configurações padrão do próprio Indigo.
  4. Com os materiais ajustados no Blender, o autor mostra como configurar as opções de material no Blendigo.
  5. Essa parte é interessante para quem gosta de iluminação. Esse vídeo aborda a configuração das luzes no Blender, para que a cena seja depois exportada com o Blendigo.
  6. Agora é hora de renderizar com o Indigo, o vídeo mostra como fazer a renderização.
  7. Esse último vídeo mostra como configurar um objeto como emissor de luzes, assim como acontece com o processo de radiosidade do Blender. No tutorial temos um plano, que passa a emitir energia luminosa.

Aproveite para fazer o download enquanto o material está online, estou preparando um artigo sobre esse tutorial para a BlenderNation. Depois que o pessoal lá começa a acessar esse tipo de material, o limite de transferência dos arquivos acaba estourando.

Agora você não tem mais desculpas para não usar o Indigo!

Nov
21

A plataforma padrão para se criar jogos de tiro para internet é sem sombra de dúvida o Flash, mas maioria dos usuários ainda tem dificuldade em criar esse tipo de aplicativo multimídia, devido a sua complexidade. Quando o tipo de interatividade é mais complexa, então ai é que o pessoal acaba ficando confuso, pela grande quantidade de cálculos, trigonometria e conhecimentos em geometria envolvidos. Lembro que uma vez tentei passar em uma aula, um pequeno exercício de como fazer um jogo do tipo plataforma. Mas o resultado não foi muito bom, devido à matemática envolvida no processo, os alunos acabaram não aproveitando muito. O que eles gostaram mesmo foi de jogar!

Se você tem interesse em aprender como é possível elaborar um jogo em Flash, a lynda.com lançou um curso específico sobre o assunto, mostrando como elaborar jogos com o Flash CS3 e o ActionScript 3.

Jogos em Flash

O curso é dividido em capítulos, cada capítulo é dedicado a um tipo específico de jogo. Se você já tem algum conhecimento sobre Flash ou ActionScript pode aplicar diretamente o processo usado pelo professor. Caso não conheça, pode aprender um pouco como funciona o processo.

Como o curso é pago, o pessoal da lynda.com resolveu disponibilizar o primeiro capítulo como exemplo. Isso mesmo! Você pode assistir às aulas do primeiro capítulo, que aborda a criação de um jogo de tiro. O jogo funciona assim, um objeto se movimenta aleatoriamente pela tela. Precisamos acertar um tiro nesses objetos, movendo o cursor do mouse para posicionar a mira. Assim que ele estiver sobre o objeto, pressionamos o botão esquerdo do mouse para atirar.

O conceito é simples, mas com isso é possível aprender muita coisa. Por exemplo, como mover objetos pela tela de maneira aleatória. Assim como elaborar a interação entre os objetos e os tiros.

No total são cinco os jogos abordados, cada um com uma aula específica, mostrando todos os passos para a conclusão do projeto.

Aproveite a oportunidade para assistir a essa aula, de maneira gratuita e aprenda como funciona a criação de jogos com Flash. Visite esse endereço na lynda.com para acessar o curso.

Nov
21

Essa semana foi lançado mais um número do fxguide TV, um videocast regular que fala sobre a indústria da computação gráfica e efeitos especiais. No episódio 18, eles abordam um assunto muito interessante, que não vemos muito nos web sites especializados em computação gráfica. Eles falam sobre o avançando da indústria da computação gráfica e efeitos na Índia, com um enorme aumento na demanda por parte de agências e estúdios locais. Para exemplificar o crescimento desse mercado, eles entrevistam dois artistas de uma empresa chamada Prime Focus, especializada em efeitos especiais.

Fxguide TV

Mas calma, antes que você esteja achando que o material é uma análise sobre o mercado, a entrevista acaba se transformando em um pequeno making of, com imagens de dois comerciais de TV, produzidos pela Prime Focus.

Tirando o fato de a cultura indiana ser muito diferente da nossa, a concepção do comercial é muito interessante, mesclando elementos reais com montagens e modelos 3D.

Como parte da explicação técnica sobre como as imagens foram compostas, os entrevistados descrevem como foram feitas as cenas. Toda a separação de luz com diferentes passagens na renderização para a posterior composição está lá. Assim como os efeitos e montagens com Chroma Key, mesclando de maneira muito interessante os elementos e efeitos. Assista ao comercial, ele é ao mesmo tempo diferente do que estamos acostumados.

Depois eles ainda mostram um comercial do Xbox 360, também seguindo a mesma linha de mistura e enredo usando a cultura indiana. Mas para esse comercial eles não mostram nenhuma reportagem especial.

No final do programa, que sempre é reservado a alguma dica de software ou ferramenta de composição, dessa vez eles mostram como usar o Compressor da Apple, para compactar arquivos Quicktime. Inclusive eles usam como exemplo o próprio fxguide TV, como exemplo. Se você tem curiosidade em saber, como fazer arquivos quicktime, com alta qualidade e pouco tamanho, essa dica é ótima.

Se você quiser fazer o download do videocast, visite o fxguide e copie o arquivo. Antes de visitar o fxguide, devo alertar que o arquivo é grande, no total são quase 103 MB de tamanho.

Nov
20

Sempre que alguma empresa precisa começar um projeto que envolve um volume muito grande de dados em 3D, animações complexas e outros itens que demandam grande processamento e complexidade, acaba recorrendo ao Maya. Mas isso na maioria das vezes é resultado de uma pesquisa rápida de mercado, em que as pessoas acabam usando o que todos usam, simplesmente pelo fato de ser famoso e não por dados técnicos. Uma ótima opção para esses projetos, que não é muito difundido aqui no Brasil é o Softimage XSI. Essa é sem sombra de dúvida, uma das mais poderosas e flexíveis ferramentas 3D do mercado.

Não foi por acaso que o pessoal do Blur Studio abandonou o 3ds Max e migrou toda a sua produção para o Softimage recentemente. Claro que deve ter havido alguma iniciativa por parte da própria Softimage, mas de maneira geral as qualidades da ferramenta fizeram diferença também.

Tutoriais Softimage XSI

Como o Softimage não é muito famoso por aqui, encontrar tutoriais ou artigos falando sobre ele é muito complicado. Quem quiser aprender a ferramenta, pode passar por dificuldades. Se você tiver curiosidade para aprender o Softimage XSI, encontrei essa semana um conjunto praticamente completo de apresentações em vídeo, sobre a ferramenta. Essas apresentações consistem em vários tutoriais em vídeo.

Todos os vídeos podem ser acessados de maneira gratuita, por qualquer pessoa interessada. A única ressalva é que não é possível fazer o download dos mesmos, pelo menos ainda não, segundo o enunciado no próprio web site.

Os vídeos estão divididos em cinco grandes categorias:

  • Modelagem: Além da parte de modelagem, aqui são abordados aspectos básicos sobre a interface do Softimage. Se você está começando com a ferramenta, esses devem ser os primeiros vídeos que devem ser assistidos.
  • Texturas e materiais: Essa é a categoria com a menor quantidade de vídeos, mas mesmo assim podemos ter uma boa idéia de como funcionam os materiais e texturas.
  • Animação: Se você gosta de animação, vai ficar boquiaberto com a quantidade e qualidade das ferramentas de animação. Outro ponto interessante é a facilidade no uso das ferramentas.
  • Simulações físicas: Aqui são mostrados tópicos como Rigid Bodies e simulação de cabelos.
  • Renderização: Aqui temos a maior quantidade de vídeos. Mesmo que você não queira assistir aos vídeos das outras categorias, recomendo assistir os vídeos sobre render. Os conceitos e técnicas abordadas aqui podem ser aproveitados em outras ferramentas.

Como você pode ver o material é muito completo, para as pessoas que gostam de computação gráfica é um prato cheio! Um aviso; guarde o link para assistir aos vídeos com calma, pois a quantidade de material é imensa. Para assistir aos vídeos, visite esse endereço.

Oct
31

O Blender é uma ótima ferramenta, mas na parte de modelagem muitos artistas reclamam de uma falta de flexibilidade nas ferramentas, principalmente de subdivisão. A impossibilidade de criar faces com mais de 4 lados, irrita algumas pessoas. Principalmente os artistas que estão migrando de plataformas como o Maya ou Softimage. Para tentar avançar e melhorar ainda mais o seu ambiente de modelagem, o sistema de representação de objetos Mesh do Blender, está sendo reformulado. Já falei várias vezes sobre ele aqui, esse sistema chamado de B-Mesh está em fase de testes.

Durante essa semana o usuário ZanQdo, publicou no YouTube um vídeo muito interessante, mostrando o funcionamento desse novo sistema. Ficou curioso? Assista ao vídeo, mas não espere modelos complexos, apenas uma demonstração:

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=QVROss7vQvM[/youtube]

Blender B-Mesh

Percebeu as diferenças? Caso você esteja achando que apenas aquele menu, totalmente diferente e com novas ferramentas, foi o que mudou. Então recomendo que assista ao vídeo novamente!

Assistiu mais uma vez? Percebeu? Agora temos faces com múltiplos vértices, sem a necessidade de criar geometria extra. Agora podemos usar N-Gons no Blender, com esse novo sistema.

Mas o que muda? Precisaremos aprender a modelar novamente? Pode ficar tranqüilo, segundo os desenvolvedores, a maioria das ferramentas de modelagem, continuam intactas. Não será preciso aprender a modelar no Blender novamente. O que vai acontecer é que a maior parte das ferramentas, precisará se adaptar a essa nova maneira de representar objetos.

Outro cuidado que precisaremos tomar, com o uso dessa nova maneira de representar objetos, diz respeito à preguiça. Isso mesmo! Hoje, quando modelamos alguma coisa no Blender, precisamos sempre pensar na configuração das faces, com apenas 3 ou 4 vértices. Mas com esse novo sistema, a tendência natural é que os artistas acabem não se preocupando muito com isso, gerando modelos 3d com poucas subdivisões e problemas para animar ou até mesmo para modelagens posteriores.

Acho difícil que esse sistema esteja implementado na próxima versão do Blender, mas quem sabe até o começo do próximo ano, o B-Mesh esteja mais estável para ser implementado em um lançamento oficial.

Se você quiser saber mais sobre o B-Mesh, visite esse endereço para ler a documentação oficial do projeto.

Oct
26

Você gostaria de ter visitado Nova Iorque para participar e assistir a conferência sobre Blender, realizada lá nas últimas semanas? Pois é, eu também gostaria de ter participado. Mas como não foi possível fazer esse “passeio” nos temos que acompanhar a distância. Para quem não pode ir, o pessoal da organização disponibilizou de maneira gratuita uma série de vídeos, com as palestras e tutoriais abordados na conferência. Se apresse no download, já que o local em que os vídeos estão hospedados tem um limite de transferência. Depois que esse limite for atingido, os vídeos não podem mais ser copiados.

Conferência Blender 2007 Nova Iorque

No total são 12 palestras e apresentações distribuídas em 38 vídeos. Ainda não tive tempo de fazer o download de tudo. Até porque fazendo uma conta rápida, são mais de 1.5GB de vídeo no formato MOV. Consegui fazer o download dos vídeos introdutórios de cada palestra, pelo menos para conhecer o assunto. Depois me decidi por continuar o download do resto. Veja os temas:

  1. Tutorial iniciante: Aqui temos um tutorial para usuários iniciantes no Blender.
  2. Modelagem de personagens: Essa palestra mostra o processo de modelagem para personagens com o Blender, com várias dicas para otimizar a produção.
  3. Modelando um Ipod: Mais um tutorial, agora mostrando como é possível modelar um [BP]Ipod[/BP], de maneira rápida. Ótimo para iniciantes também.
  4. Personagem ManCandy: Tutorial que fala sobre animação de personagens.
  5. Debates: Como o próprio nome diz, aqui temos debates sobre o Blender.
  6. Editor de nós para composição: Ótimo tutorial sobre como usar o editor de nós para fazer pós-produção.
  7. Modelagem de roupas: Aqui aprendemos como modelar roupas. Não fiz o download desse vídeo ainda.
  8. Dim Dim: Também não fiz o download desse vídeo, como o título é um tanto estranho. Fui pesquisar na grade de horários do evento, para tentar descobrir sobre o que se trata. Pelo visto é uma demonstração de um treinamento online sobre Blender.
  9. Simulando Fluidos: Ótimo tutorial sobre simulação de fluidos!
  10. Elephants Dream: Palestra sobre o primeiro Open Movie.
  11. Arte Abstrata: Aqui são mostrados exemplos de como fazer arte abstrata no Blender.
  12. Concurso de modelagem: Apresentação sobre um concurso de modelagem.

É tanta coisa que fica difícil escolher o que copiar. Se você quiser algumas recomendações, comece com as apresentações sobre fluidos e os nós para composição.

Ficou interessado? Para fazer o download dos vídeos, visite esse endereço. Agora só precisamos esperar que a fundação Blender, publique os vídeos da conferência oficial.

Oct
25

Qual o futuro da modelagem 3d e da animação? Seria a possibilidade de criar ambientes altamente realísticos em tempo real? Em minha opinião, o futuro dessa área passa mais por uma mudança na maneira em que interagimos com as ferramentas. Hoje nos ainda estamos presos a interfaces que interagem apenas com teclados e mouses, com pequenas variações, usando tablets e outros dispositivos. Mas a verdadeira revolução virá com as telas de alta resolução, com a tecnologia Multi-Touch. Isso já pode ser vislumbrado hoje com alguns modelos experimentais, como esse que está sendo exibido na imagem abaixo.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=O7ENumwMohs[/youtube]

Maquetes eletrônicas – Tela Multi-touch

Esse é um vídeo que mostra as ferramentas de modelagem da Autodesk, em conjunto com um monitor Multi-touch, sendo utilizados para criar uma maquete eletrônica. Para assistir ao vídeo, visite esse link no YouTube.

O vídeo foi desenvolvido pela Autodesk Labs, para mostrar como as coisas tendem a se comportar no futuro. O artista começa selecionando uma fotografia do terreno, no Google Maps, captura a imagem e a deixa como referência na lateral da tela. Assim como faz uma cópia da imagem, girando o plano em 3D para começar a fazer a maquete eletrônica sobre o local da construção.

Depois ele começa a manipular sólidos e formas geométricas com as mãos, gira a câmera e aproxima, afasta, ajusta o zoom, apenas usando as mãos.

A parte de desenho é feita com o que parece ser uma caneta digital, muito semelhante ao que acontece com as mesas digitalizadoras. Acredito que até com os próprios dedos seria possível desenhar. Além de desenhar a caneta consegue pintar sobre as superfícies 3d, cortar e gerar novos elementos na geometria. Em pouco tempo, o artista consegue elaborar uma maquete eletrônica, mostrando como ficaria a volumetria do projeto, no próprio terreno.

Tudo isso mostra como deveremos interagir com esse tipo de interface no futuro. Claro que ainda é um protótipo, mas mostra que os atalhos de teclado podem estar com os dias contados.

Então se prepare para abandonar, teclas de atalho e mouses no futuro. Se você quiser se preparar, pode começar a treinar com uma mesa digitalizadora ou um Tablet PC. Como tudo aqui demora a chegar, ainda mais quando fica disponível, temos preços exorbitantes, só nos resta esperar e torcer para que a tecnologia fique mais barata. Esse protótipo da Autodesk, ainda vai demorar a ser vendido no mercado americano, quanto mais por aqui.

Oct
11

Já faz certo tempo que não ministro aulas sobre AutoCAD, para ser mais exato quase 2 anos. Mesmo assim, para quem passou quase 8 anos trabalhando com uma ferramenta, ainda mais tendo que ministrar aulas sobre ela, fica difícil esquecer o seu funcionamento. É parecido com andar de bicicleta! Nos últimos dias um ex-aluno me procurou, pedindo por dicas sobre como fazer impressão no AutoCAD, para criar layouts para impressão em diferentes escalas. O que ele queira fazer era uma prancha de locação, para um projeto. Para as pessoas que não são da área de arquitetura ou engenharia, esse tipo de desenho precisa exibir geralmente a mesma figura, mas com tamanhos diferentes.

Para quem não sabe usar bem o [BP:215]AutoCAD[/BP], uma cópia do objeto resolve. Mas ele dispõe de uma ferramenta chamada Layout, para o pessoal da antiga é o que chamávamos de Paper Space, até o AutoCAD 14. Com essa ferramenta de Layouts, podemos configurar a maneira com que as ilustrações são plotadas.

Na tentativa de ilustrar melhor a explicação, encontrei dois vídeos que mostram como realizar o processo. Os vídeos estão em inglês, mas com um pouco de atenção podemos entender ele tranquilamente.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=NcSOqwirD9M[/youtube]

Vídeo 1

O vídeo foi produzido no AutoCAD 2006, mas os assuntos podem aplicados em outras versões. Tomei a liberdade de fazer uma pequena descrição dos vídeos:

  • No começo do tutorial o autor explica que o seu escritório está sem mobília alguma, divido a uma mudança. Então o áudio do tutorial está com muito eco. Isso não tem nada haver com o AutoCAD, mas é o início da narração.
  • Depois ele mostra os desenhos com os quais ele vai trabalhar no tutorial. Algumas elevações e uma planta baixa, com dados da instalação elétrica, demolição e outros. Um dado interessante em relação à planta; ele tem apenas uma planta, mas as informações sobre instalações elétricas e demolição, estão representadas na mesma planta. Apenas em Layers diferentes.
  • Assim que ele explica os desenhos, começa o tutorial em si. Repare que na parte inferior da Viewport do AutoCAD, existem duas pequenas abas. Uma chamada Model e outra Layout1, para entrar no modo de layouts para impressão é necessário clicar no Layout1. Esse nome pode ser alterado depois, mas Layout1 é o padrão que o CAD usa, quando iniciamos um arquivo.
  • Quando entramos no modo de Layout, repare que a configuração da interface muda para uma folha. Assim temos a visualização da impressão.
  • A primeira coisa que o autor faz no vídeo é excluir a viewport. Repare que existe um retângulo azul na folha, essa é a viewport. Imagine isso como se fosse um buraco na folha, que mostra exatamente os elementos desenhados na aba Model. Para editar o zoom e ajustar a visualização, dentro dessa viewport, acione um duplo clique dentro do retângulo. Assim podemos ajustar a visualização com as ferramentas de zoom do AutoCAD. Para sair, acione um duplo clique fora desse retângulo.
  • Depois que ele explica essa parte, agora é necessário verificar qual o tamanho da folha. Para isso, clique com o botão direito do mouse sobre o nome Layout1. Escolha a opção Page Setup…
  • As outras opções desse menu, que abrimos com o botão direito são
    • New Layout: Cria um novo layout de impressão
    • From Template: Cria um novo layout, usando um modelo pronto. Podemos usar essa opção para já começar um layout com carimbo pronto.
    • Delete: Excluir um layout
    • Rename: Alterar o nome de um layout
    • Move or Copy: Mover e copiar um layout
    • Select All Layouts: Selecionar todos os layouts
  • Assim que ele entra na configuração das páginas, um menu com várias configurações pré-existentes aparece. O autor remove as páginas que ele já havia configurado anteriormente, depois clica no botão New, para criar uma nova configuração de página.
  • Ele coloca o nome do papel, de maneira a representar as suas dimensões.
  • Assim que ele termina de configurar o nome, aparece a janela de configuração para plotagem. Apesar de ser a configuração de plotagem, essa janela apenas determina o tamanho e opções do layout. Nada será impresso ainda.
  • A primeira coisa a fazer nessa janela é escolher um estilo de impressão.
  • Escolha uma impressora, no vídeo o autor escolhe uma impressora virtual, que gera arquivos PDF. Na área Paper Size, podemos escolher um tamanho para a folha.
  • No Plot Area, escolha a opção Layout e escala 1:1 mesmo. Para finalizar pressione Ok.
  • Repare que as configurações ficam na lista de páginas. Assim que acionamos um duplo clique sobre uma delas, a configuração é aplicada no layout.
  • Agora exclua a viewport padrão, escolha um layer apropriado, o autor criou um layer especial para as viewports chamado de viewport. Acione o comando mview, para desenhar uma nova viewport.
  • Essa eu não sabia, assim que você acionar o mview pressione entre 2 vezes para que a nova viewport seja criada, com o tamanho total da folha.
  • Para ajustar a escala dentro da viewport, selecione a viewport e clique com o botão direito sobre ela. Escolha a opção properties.
  • Na área Scale do menu de propriedades, determine a escala do desenho.
  • Assim que a escala estiver configurada, acione a opção Display Lock, para que o zoom dentro da viewport não possa mais ser alterado.
  • No final, o autor mostra como congelar layers, dentro de uma viewport. O comando utilizado é o vplayer. Assim que o comando é acionado, ele digita a letra f para acionar a opção freeze e depois informa o nome do layer que deve ser congelado. Confirme se o comando deve ser aplicado apenas na viewport atual (current), pressione ENTER para finalizar.
  • Assim ele conseguiu ocultar a parte elétrica da viewport. O mesmo processo é aplicado na parte de demolição.
  • Depois o autor cria uma nova viewport para a vista superior do telhado. Como a área ocupada pelo telhado é pequena, ele acaba fazendo uma nova viewport. Para redimensionar uma viewport, clique nos grips (quadrados azuis), para acionar o comando Stretch.

Esse foi o primeiro vídeo, com isso já aprendemos bastante sobre como funcionam os layouts. Agora no segundo vídeo, o processo continua.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=0TodHywZXdY[/youtube]

Vídeo 2

  • Depois de alguns ajustes iniciais já abordados no primeiro vídeo, o autor mostra como criar textos diretamente no layout, para o carimbo e informações.
  • Cuidado com a escala do texto, porque nos layouts usamos tamanhos reais para o texto.
  • Para ajustar a escala das linhas tracejadas, o comando LTScale é acionado e depois mais alguns layers congelados.
  • Com os layouts finalizados, o autor altera os nomes dos layouts para facilitar a identificação dos mesmos.
  • Agora chega a hora de publicar, com o comando publish abrimos o menu com as opções de publicação. Esse menu permite plotar, vários layouts ao mesmo tempo, para o formato DWF ou para a impressora determinada na configuração da folha. Deixe a opção Layout tabs marcada, para publicar a informação dos layouts.
  • Depois podemos adicionar layouts de arquivos externos, clicando no botão add.
  • Assim que tudo estiver configurado, clique no botão publish e todos os layouts são plotados.
  • Só para finalizar o autor explica como excluir a linha que determina as viewports da impressão. Tudo no controle de layers.

Pronto! Agora com essas dicas espero que fique mais fácil entender como funciona o processo de impressão com layouts no AutoCAD.

Sep
17

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